Subdivisões da psicocinese

capa psicocinese

Há várias formas já observadas em experimentos laboratoriais ou observações de campo onde a mente parece ser capaz de promover alteração direta sobre o ambiente, seja de maneira intencional ou não.

Estas interferências podem ser de dois tipos, no que tange à dimensão do fenômeno observado:

  1. Macro-PK: quando a psicocinese é observável a olho nu, constatada sem dificuldades diretamente pelos sentidos físicos. Por exemplo: os fenômenos das mesas girantes, materializações, raps, cirurgias mediúnicas etc.
  2. Micro-PK: psicocinese não observável facilmente a olho nu, ou pelos sentidos físicos, mas constatada por meio de aparelhos ou ferramentas estatísticas. Por exemplo: alterações no crescimento de microorganismos, alterações nos resultados de geradores de números aleatórios (RNG) constatados apenas através de fórmulas estatísticas.

Além disso, também são utilizadas outras duas classificações para se referir a tipos específicos de psicocinese, conforme o objeto da interferência:

  1. Bio-PK: quando a influência ocorre sobre seres vivos, por exemplo, no desenvolvimento de culturas vegetais, influência sobre doenças em humanos e outros animais. Era referida, por J. B. Rhine, como PK-LT ou psicocinese sobre alvos vivos (living targets). Atualmente denominada DMILS, direct mental influence on living systems (influência mental direta sobre sistemas vivos).
  2. RSPK: recurrent spontaneous psychokinesis ou psicocinese recorrente e espontânea. Popularmente referida como Poltergeist, este tipo de psicocinese é denominada recorrente, por ocorrer com certa frequência em determinado local, e espontânea, por não ter necessariamente uma pessoa ou agente específico identificado, nem ocorrer pela intenção direta e consciente de alguém.
  3. Retro-PK: psicocinese retroativa, ou seja, causada por um fenômeno que só veio a ocorrer no futuro (uma inversão na ordem causal das coisas, quando o futuro influencia o passado).

Última atualização: 13 out 2016
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